8 de junho de 2008
Camada de TRANSPORTE do modelo OSI
•Assim, isola as aplicações das alterações da tecnologia de rede
•Divide as mensagens em unidades mais pequenas, de forma a poderem ser enviadas pela camada de rede.
•No destino tem de juntar os diversos segmentos, ordená-los, e garantir que estão completos.
•Efectua multiplexagem ou desmultiplexagem das ligações, de forma transparente.
Camada REDE do modelo OSI
•É responsável pelo endereçamento de rede, que permite o encaminhamento dos pacotes
•Os caminhos podem ser estáticos ou dinâmicos, sendo possível que pacotes da mesma mensagem tomem caminhos diferentes
•Se muitos pacotes forem enviados pela mesma linha pode ocorrer um estrangulamento. Esta camada é responsável pelo controle das congestões
•Esta camada efectua a contagem dos pacotes que passam por cada rede, de forma a permitir a taxação ou estatísticas
19 de novembro de 2007
Modelo OSI
Modelo OSI ou Interconexão de Sistemas Abertos
Esta arquitectura é um modelo que divide as redes de computadores em sete camadas, de forma a se obter camadas de abstracção. Cada protocolo implementa uma funcionalidade assinalada a uma determinada camada.
A ISO costuma trabalhar em conjunto com outra organização, a ITU (International Telecommunications Union), publicando uma série de especificações de protocolos baseados na arquitetura OSI. Estas séries são conhecidas como 'X ponto', por causa do nome dos protocolos - X.25, X.500, etc.
Cliente Peer-to-peer
Modelo de Cliente Servidor
Redes de Computadores
17 de outubro de 2007
Detecção e correcção de erros na transmissão de dados
Um dos problemas com que teremos sempre de ter em
consideração ao transmitir dados é a ocorrência de erros;
• Independentemente da qualidade do meio de comunicação e
da maior ou menor existência de ruído, ocorrerão erros na
interpretação dos sinais eléctricos recebidos, que originam
deturpação da mensagem recebida;
• Assim, durante a transmissão de um pacote de dados é
normal surgirem erros, em grande parte devidos aos ruídos
existentes na linha de transmissão;
• Quando um pacote é recebido é importante saber se existem
erros;
Detecção e correcção de erros
• Se um erro não é detectado esse pacote será utilizada pelos
níveis superiores originando problemas diversos que se podem
estender até às aplicações;
• Não só é importante detectar os erros nos pacotes como
também devem existir mecanismos que permitam a sua
correcção;
• Uma solução é utilizar um mecanismo de detecção de erros
dito auto-corrector (“error-correcting code”);
• A outra solução é pedir ao emissor que efectue a
reetransmissão do pacote (“backward error correction”) – é o
caso do ARQ ("Automatic Repeat Request");
• Os mecanismos auto-correctores obrigam a um aumento muito
grande da informação de controlo, no limite igual ao
comprimento dos dados;
Ligações síncronas e assíncronas
Quando dois dispositivos trocam dados entre sí, existe um fluxo de dados entre os dois. Em qualquer transmissão de dados, o emissor e o receptor têm que possuir uma forma de extraír dados isolados ou blocos de informação.
Ligações assíncronas- É a transmissão de dados sem recorrer à utilização de um sinal de sincronía (chamado de relógio). Desta forma, a informação necessária para recuperar os dados enviados na comunicação está codificada dentro dos próprios dados. Um dos aspectos mais significativos das comunicações assíncronas é a sua taxa de transferência (ou bit rate) ser variável e o facto do transmissor e receptor não terem que estar sincronizados.
3 de outubro de 2007
Taxa de Transmissão e Largura de Banda
A taxa de transmissão de um canal ou meio físico é a quantidade de bis que a esse meio consegue transmitir por segundo. Esta taxa pode ser expressa em bits por segundo - bps (bits per second) - ou Kylobits, Megabits ou Gigabits por segundo. As taxas de transmissão entre dois computadores dependem de vários factores, tais como: - as características dos cabos utilizados; - a quantidade de tráfego de mensagens provenientes dos vários nós da rede; - a utilização de largura de banda para transmissão de um só ou vários fluxos de mensagens ao mesmo tempo (multiplexação); - as taxas máximas de transmissão dos modems ou outros dispositivos de comunicação; etc.
A largura de banda de um cabo ou canal de transmissão de dados é a diferença ou amplitude entre as frequências mais alta e mais baixa que esse canal permite ou utiliza. As frequências são expressas em hertzs, ou seja, número de ciclos ou impulsos por segundo. A uma maior largura de banda de um canal de transmissão corresponderá uma maior capacidade de transmissão de informação. Essa maior capacidade de transmissão pode traduzir-se em taxas de transmissão mais elevada ou na possibilidade de ser desdobrada em vários fluxos de mensagens ao mesmo tempo (multiplexação).
Multiplexagem- consiste na operação de transmitir várias comunicações diferentes ao mesmo tempo através de um único canal físico. O dispositivo que efectua este tipo de operação chama-se multiplexador.
Dados e Sinais Analógicos e Digitais
Um Sinal Digital do tipo binário é uma sequência de dois níveis de impulsos de tensão ou de corrente com amplitude definida, e sucedendo-se a intervalos de tempo regulares.A sua transmissão ao longo dos circuitos de telecomunicações, exige contudo uma grande largura de banda.
Não estando as linhas dos circuitos telefónicos tradicionais preparadas ainda em grande parte para fazer face a esta exigência, usam-se assim com frequência , dispositivos que convertem os Sinais Digitais que representam Dados de natureza Digital (como os armazenados sob a forma de ficheiros, no interior dos computadores ) em Sinais Analógicos com largura de banda relativamente reduzida.

A maior parte da energia presente na voz humana está compreendida numa faixa de frequências reduzida, pelo que é frequente no sistema telefónico limitá-la a uma banda de frequências compreendida entre 300 e 3400 Hz , zona em que ela mantém a inteligibilidade, permitindo o seu reconhecimento pelas pessoas que a ouvem.
1 de outubro de 2007
Transmissões Simplex, Half-Duplex e Full-Duplex
Uma comunicação é dita half duplex (também chamada semi-duplex) quando temos um dispositivo Transmissor e outro Receptor, sendo que ambos podem transmitir e receber dados, porém não simultaneamente, a transmissão tem sentido bidirecional. Durante uma transmissão half-duplex, em determinado instante um dispositivo A será transmissor e o outro B será receptor, em outro instante os papéis podem se inverter. Por exemplo, o dispositivo A poderia transmitir dados que B receberia; em seguida, o sentido da trasmissão seria invertido e B transmitiria para A a informação se os dados foram corretamente recebidos ou se foram detectados erros de transmissão. A operação de troca de sentido de transmissão entre os dispositivos é chamada de turn-around e o tempo necessário para os dispositivos chavearem entre as funções de transmissor e receptor é chamado de turn-around time.
Full-Duplex
Uma comunicação é dita full duplex (também chamada apenas duplex) quando temos um dispositivo Transmissor e outro Receptor, sendo que os dois podem transmitir dados simultaneamente em ambos os sentidos (a transmissão é bidirecional). Poderíamos entender uma linha full-duplex como funcionalmente equivalente a duas linhas simplex, uma em cada direção. Como as transmissões podem ser simultâneas em ambos os sentidos e não existe perda de tempo com turn-around (operação de troca de sentido de transmissão entre os dispositivos), uma linha full-duplex pode transmitir mais informações por unidade de tempo que uma linha half-duplex, considerando-se a mesma taxa de transmissão de dados.
Meios Fisicos de Transmissão
Podemos subdividir os cabos utilizados em redes em dois grupos principais:
- cabos eléctricos são cabos de cobre (ou de um outro material condutor), que transmitem os dados através de sinais eléctricos.
- cabos ópticos são cabos de fibra óptica, que transmitem a informação através de sinais ópticos ou luminosos.
Sistemas de Comunicações
Uma segunda classe importante de aplicações de fibras ópticas em sistemas de comunicações, em fase formidável expansão, é a dos sistemas locais. Aqui destacam-se as redes locais de computadores, utilizadas em sistemas privados de comunicações, voltados, principalmente, para a automação de escritórios e automação industrial. Também , pode ser incluída nesta classe de aplicações a integração de serviços a nível da rede publica urbana de assinantes (RDSI).